Vem aí Necessaire!!
Pessoal!!!!!!!!! Recebi outro convite que me deixou super empolgada!
A Val, criadora do Strega Una Tempesta, minha prima querida do coração e diva extraordinaire (só tenho primas lindas e ligadíssimas!) me convidou para escrever com ela uma coluna chamada Necessarie.
Necessarie tratará de moda, bem estar e dicas de beleza para nós, mulheres comuns que têm vida agitada mas não querem abrir mão da vaidade também!
Vale conferir Necessarie!
A Cabana
Eu detesto livros de auto-ajuda, detesto mesmo, mas não aguentava mais as pessoas me perguntando se eu já havia lido The Shack (A Cabana), de Willian P. Young. Parece que eu era a única que não havia lido o tal livro e sempre me olhavam com aquela cara de não acredito….
Então, dia desses num passeiozinho pela Barnes & Noble para comprar o livro novo da Barbara Kingsolver (The Lacuna, muito bom por sinal), resolvi arriscar e comprei um exemplar em paperback da tal cabana.
Confesso que comecei meio cética…. Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, The Shack se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – e eu queria ver “qual era a do livro”.
A estória básica é a seguinte: durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.
Talvez The Shack tenha atingido tantos leitores pela semelhança básica que se encontra na estória e na história de tantas pessoas: um homen sofre uma perda, cai em depressão, encontra coragem para reagir no seu “Deus” pessoal.
Em um mundo tão cruel e injusto, The Shack levanta um questionamento atemporal: Se Deus existe e é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento? E 2/3 do livro tratam essa questão através de um diálogo entre Mack e a Santíssima Trindade.
No princípio achei que tudo seria religioso, teológico e doutrinante demais para aguentar, mas a medida em que o autor vai desenvolvendo a narrativa percebi que o livro não trata de religião, mas sim de religiosidade. A busca de entendimento e da fé em algo maior que nós e que dê sentido ao caos. Não se trata de um Deus cristão (embora o autor tenha escolhido representá-lo dessa forma, pois a personagem é Cristã), mas sim um criador, deixando que o leitor chame-o como quiser. A questão do livro é: se existe um Deus, por que há tanta maldade no mundo e como lidar com isso?
Pessoalmete, achei o livro muito mais filosófico do que um livro de auto-ajuda. Não esperem um primor literário, mas sem dúvida é um livro que faz pensar. Ao contrário de muitas resenhas que li e opiniões que ouvi, não achei que o autor imponha conclusões resolutas aos questionamentos levantados, achei que o autor deixa alguma liberdade de pensamento para o leitor, reservando espaço para que tiremos nossas próprias conclusões. The Shack não é um super livro, mas proporciona uma boa oportunidade para reflexão.
Black Friday
Pois é, o Thanksgiving veio e foi-se. Amanhã jé é domingo… o maridão volta para o trabalho e acabaram-se as férias e tê-lo por perto o dia todo enquanto estou de licença.
Ontem foi o que se chama aqui de Black Friday, a sexta-feira após o Thanksgiving, dia em que, tradicionalmente, o comércio derruba os preços e o povo compra que nem maluco. As liquidações são fenomenais mesmo, mas achei que esse ano a coisa não estava muito boa, ou eu estava muito muquirana – rsrsrsrs.
Para vcs terem idéia algumas lojas abrem logo à meia-noite e os shoppings abrem às 5 da manhã! Tamanha a multidão que sai para fazer compras.
Eu, em verdade, não queria comprar muitas coisa, mas queria, pelo menos, terminar minhas comprinhas de presentes de Natal, pois está ficando cada vez mais difícil ficar zanzando pela rua: a perna pesa, e a bexiga nem se fale – rsrsrsrsrs.
Chegamos no South Coast Plaza, um dos maiores shoppings aqui da região, por volta das 9 horas e estacionar o carro foi um exercício de paciência. Fomos direto na Macy’s, pois achei que iria encontrar boas ofertas (como no ano passado), mas não achei que os preços estavam atrativos não…. pelo menos não aquilo que se espera de uma Black Friday Sale.
Eu não sei se eu não estava no mood de fazer comprar, ou se tinha dormido mal na noite anterior, ou se as lojas estavam realmente muito cheias, só sei que foi de dando um desespero tamanho que eu não via a hora de sair do shopping. Eu sem vontade de fazer compras, não sei como não inundou o sul da California – rsrsrsrsrs.
Para fechar as comprinhas, passamos no Costco (um tipo de Sam’s Club que tem aqui, mas melhor que o Sam’s, pois tem de tudo e de melhor qualidade) para pegar umas coisinhas aqui para casa. Aproveitei para pegar uma jaqueta de aviador para mandar para meu sobrinho no Brasil – coisa boba, mas achei que ele ía gostar e ficar um gatinho. Não é uma jaqueta cara, mas acho que todo moleque iria gostar. Na hora de passar no caixa, vira a moça para o Mr. PP e fala: “nossa, que jaqueta legal, se eu tivesse dinheiro comprava de Natal para o meu filho”. Eu estava no banheiro (pra variar!) quando aconteceu e ele me contou somente depois, mas aquilo me cortou o coração e meu mood consumista que já não estava bom, ficou arrasado e culpado…. Fiquei com tanta dó, que tive vontade de voltar e falar passa duas aí e dá uma para ele. Mas é duro né, não sei como a pessoa encararia. Me cortou o coração. A gente pensa que a crise não está punk porque vê tanta gente consumindo e as pessoas aqui jogam muita coisa fora também, mas os preços estão lá nas alturas, a coisa está brava sim…
O fato é que no fim das contas pude resolver meus presentinhos de Natal e aproveitei a tarde para embrulhar todos eles. Pois é, compras encerradas. A quota do Papai Noel aqui em casa já está embaixo da árvore
Tomara que no ano que vem a Black Friday seja melhor e que a crise esteja melhor também. E tomara que a moça do caixa possa dar a jaqueta bacana para o filhote dela.
Temos tanto para agradecer!
Hoje comecei a entrar no clima de Natal! OK…. nem passou o Thanksgiving ainda, mas não consigo evitar, eu adoro o Natal, especialmente esse ano que nossa família imediata vem quase toda para cá (menos o meu irmão com a esposa e o Gui, que infelizmente não poderão vir).
Bom, o causo é que comprei meu primeiro presentinho e me dei de presente também o CD de Natal do Josh Groban. Mal entrei no carro e já coloquei o CD para tocar (para desespero do Mr. PP, pois nessa época eu ouço música de Natal o dia todo se deixar). Uma das músicas do CD me chamou tanto a atenção, não que não a conhecesse, mas a melodia e a interpretação do cantor, associadas à letra me emocionaram muito, especialmente depois da conversa que estávamos tendo (Mr. PP e eu) sobre o que é realmente importante na vida.
Deixo aqui um link do YouTube para quem quiser ouvir a música, que se chama Thankful. E fica também a tradução da letra para quem não souber inglês não se sentir excluído. Aliás desculpem, mas como moramos aqui acabamos tendo muito contato com coisas legais em inglês somente e às vezes acabo não traduzindo tudo.
[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=p2M0GQOgYGg]
Tradução:
“Gratos
Alguns dias nos esquecemos de olhar ao nosso redor
Alguns dias não conseguimos ver a alegria que nos cerca
Tão entretidos em nós mesmos
Nós tomamos quando deveríamos estar doando
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos
Olhe além de nós, há tanta mágoa
É muito tarde para dizer, “Eu chorarei amanhã”
Cada um de nós deve achar a verdade
Nós estamos tão atrasados
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos
Mesmo com nossas diferenças
Há um lugar em que todos nos conectamos
Cada um de nós pode achar o amor o outro
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos”
Essa Virtualidade
Estive pensando bastante sobre um assunto ultimamente: o mundo virtual. Dois posts que li recentemente me chamaram muito a atenção e provocaram essas considerações: um no site da Isabella, o Tem Quem Goste e outro no blog da Ana, Uma Casinha no Meio do Nada (link para ambos no blogroll aí ao lado, recomendadíssimos).
Esse mundo virtual possui uma dualidade para mim que ainda não consegui entender completamente. Por um lado, acho demais podermos usufruir de tudo de bom o que ele oferece, ter acesso a culturas que dificilmente conheceríamos em outras circunstâncias, interagirmos com pessoas que encontram-se longe, pessoas novas, trocar idéias , ampliar nossos horizontes, aprender, facilitar a vida, resolver problemas práticos on line.
Por outro lado, me preocupa o impacto disso tudo nas relações humanas, principalmente para essa geração novinha que nasceu na época do www, do Facebook, do text, do LOL. Conversando com essas moçadinha e observando o comportamento deles percebo que a comunicação é basicamente via text ou recados no facebook wall e tudo é tão imediato, instantâneo. Eles não tem paciência e, a maioria, não diz cara a cara aquilo que diz em seus texts e é isso que me preocupa: será que não estamos criando adultos fechados em suas conchinhas? Que não vão saber interagir, dividir, aceitar, escutar, discutir? Qual o efeito disso no longo prazo? Será que isso não nos torna extremamente individualistas, embora estjamos virtualmente interagindo com mais pessoas? Tão difícil entender, não?
Ihhhh, esse assunto é pano para muita manga e para muitos posts. Por hora, acho que podemos só dar o exemplo e ensinar nossos pequenos a separar o joio do trigo e esperar que eles usem toda essa tecnologia para o bem e não esqueçam que do outro lado das telinhas, laptops e smart phones estão pessoas como eles, com sentimentos e necessidades reais…
La Sorcière
Fiquei super animada e feliz com o convite que recebi da Alê, “dona e proprietária” do La Sorcière, para escrever para eles! Obrigada pelo convite Alê!!!!!!!!!!!!! A estréia da minha coluna sobre o que ando lendo por aqui e outros que-tais da América estréia amanhã!!!!!!!!!!!!!
Mas bom, deixa eu começar falando um pouco da Alê…. a Alê é minha prima querida, paulista, mãe do Léo (um garoto lindão!), dentista de mão cheia, que tem nos livros o seu hobby preferido. Pois bem, um belo dia, a Alê resolveu buscar inspiração no seu hobby e começou um blog sobre literatura, um lugar para falar o que ela queria, expressar sua opinião franca sobre tudo aquilo que lia e trocar figurinhas com pessoas que também se interessassem sobre os tais livros.
E não é que o negócio deu tão certo e fez tanto sucesso que ela agora tem um blog que é referência em literatura e é apoiado por diversas editoras de ponta, tendo sido citado em publicações como a Veja?!?!?!?
Mas só podia dar nisso mesmo!!!!!!! Quando a Alê põe algo na cabeça, ela vai e faz! E o que eu mais gosto no La Sorcière é que a Alê não perde o rebolado, nem vai com a avalsa ou a maré. Ela fala o que pensa! Do jeitinho meigo, mas franco e direto, que só quem conhece sabe que ela tem, os posts do La Sorcière nos pegam de jeito e quando percebemos já lemos boa parte do blog e estamos buscando os livros comentados na net!
O La Sorcière e a minha querida Alê merecem a sua visita, passem lá! La Sorcière
Coleção comemorativa da Audrey Hepburn
Eu simplesmente ADORO a Audrey Hepburn!!!!!! ADORO!
Considero que ela foi o símbolo máximo da elegância! Além de excelente atriz e exemplo de humanitarismo, numa época em que não era fashion fazer caridade e as “Angelinas” da vida não existiam.
Pois então, imaginem a minha surpresa quando ganhei do maridão essas caixa comemorativa lindaaaaaaaa com 7 filmes da Audrey, entre os quais meus três favoritos: Sabrina, Breakfast at Tiffany’s & My Fair Lady, esse último reina absoluto no meu coração de fã…. rsrsrsrsrs. A caixa tem ainda: Funny Face, Roman Holiday, Paris when it Sizzles e War & Peace. Ahhhhh, e uma coleção de fotos couture da diva, todas em belos modelos Givenchy, é claro.










