Archive for May, 2009

Memorial Day weekend

OK…. Já faz uma semana que o feriado passou, aliás eu acho o Memorial Day um feriado muito triste, mas prometi para a brasucada ciclista que colocava a cobertura foto-jornalística do grande evento do final de semana no Baú e a promessa será cumprida.

Final de semana passado, mais especificamente no sábado, decidimos, Vania-Ricardo, Marcela-Thales, PP e eu, fazer umpasseio de bike de Irvine até o Balboa Pier em Newport Beach. Ída e volta: 30 e poucas milhas (48 quilômetros para quem , como eu, pensa em sistema métrico).

Quando a idéia foi lançada, confesso que não me animei muito… só pensava no quanto minhas pernocas íam doer – rsrsrsrs. Mas a coisa foi amadurecendo na minha cabeça e me convenci a não ser estraga prazeres e fui com a tchurma!

Foi o máximo! Dia lindo, sol a pino, temperatura agradável, passeio super legal, ritmo bom, boa companhia! Me senti realizada por ter feito minha primeira pedalada de longa distância e ter encarado tudo numa nice, sem grandes sacrifícios e sem ficar nem um pouco dolorida depois. O treinamento de bike e Body Pump está mesmo surtindo efeitos…

Aqui vai um resuminho e fotos do passeio:

Marcela, eu e Vania

9:30 / 10:30 – encontro na casa da Vania e do Ricardo, também aqui em Irvine. Brincar um pouquinho com a Saphira e a Crystal (as “filhinhas” deles – uma border e uma agolden lindas e educadíssimas!), passar uma boa camada de protetor solar (que não adiantou muito e fiquei igual a um camarão – rsrsrsrs), alongar, ajeitar as magrelas e partida.

A partir da direita: Thales, Ricardo, Marcela, PP, eu e Vania

A partir da direita: Thales, Ricardo, Marcela, PP, eu e Vania

Nossa rota:

Jefrey Road, cruzar a 405 sentido praia, University park trail. Aqui nessa trilha tivemos o primeito episódio comédia do passeio. Eu não sei se já mencionei mas tenho verdadeira fobia de cobras. É irracional. Não gosto nem de foto…. O PP já tinha mencionado ter visto cobra nessa trilha, que é bem selvagem por sinal, e eu já estava apreensiva, principalmente depois que comecei a ver uma série de cartazes dos Rangers colados em quadros de aviso espalhados ao longo da trilha com os seguintes dizeres: watch out for the rattlesnakes (cuidado com as cascavéis). O pânico estava querendo se manifestar, mas eu fiquei firme. Estamos todos pedalando e conversando, mantendo o ritmo e apreciando a paisagem: olha que borboleta linda ! Nossa olha um coelho! Olha outro coelhinho! Ah, como a natureza é bela. De repente, sai do meio do mato um coelhinho micro, pulando desesperado e quase atropela as bikes e eu só escuto um dos meninos: Olha a cobra, que legal! LEGAL?????? Eu não quis nem saber se a bendita estava ou não lá, Nunca pedalei tão rápido na minha vida. Quando eu ví já estava fora da trilha e o PP atrás de mim. .Não sabia se ria ou chorava….

Depois de atravessar o University Park (parque da UCI), seguimos para a trilha da San Joaquim Bay, que é muito bonita e os peixes simplesmente pulam na represa, parece um criadouro de peixes, bom não deixa de ser, pois é uma reserva e a pesca é proibida – pausa para um gelzinho de carbohidrato porque as ladeiras até lá são fortes e as pernocas estavam cansadas. Nisso já tinham ído umas 8 milhas, metade do caminho praticamente.

San Joaquim Bay

San Joaquim Bay

Mais algumas avenidas e chegamos na PCH. Desce a PCH, todos olhando admirados quelas casas lindas de Newport e secretamente pensando (pensamento compartilhado durante o almoço): PUTZ, ESSA DESCIDA É MONSTRA – E VOU TER QUE SUBIR TUDO ISSO NA VOLTA….

PP e sua bike (essa de passear, porque ele é chique bem!)

PP e sua bike (essa de passear, porque ele é chique bem!)

Ta-daahhhhhhh! Chegamos na praia! Comemoração, conseguimos completar a primeira etapa! Dia lindo!!!!!!!!!!!!!!!! Fomos do pier de Newport Beach para o pier de Balboa pela praia mesmo.

Chegada em Newport Beach

Chegada em Newport Beach

Pausa para o descanso e um almoço básico no Ruby’s original, uma cadeia de lanchonete daqui inspirada nos anos 60, que tem um hamburger bem gostoso. A primeira loja deles foi no pier de Balboa.

Pier de Balboa Beach

Pier de Balboa Beach

Depois dos lanches, milk shake (totalmente guilt free, depois de tanto exercício) e muita risada, pegar as bikes e seguir de volta!

Marcela e Thales escondidos atrás da Banana-Split do Ruby's

Marcela e Thales escondidos atrás da Banana-Split do Ruby

Estava indo tudo super bem, até ter um pneu da minha bike furado na saída da trilha da San Joaquin Bay, faltando apenas umas 6 milhas até em casa. Tudo bem, porque eu estava preparada: levei Mt PP -J – que botou a mão na massa e trocou a câmara em 2 tempos.

Arrumando o pneu furado

Seguimos de volta para casa do Ricardo e da Vania e encerramos a pedalada que durou das 10:30 até 4:00 da tarde (de pedalada mesmo foram umas 3 horas apenas). Foi um dia muito gostoso! Planejamos repetir a aventura breve!

Ahhhh…. Não pensem que Mr PP e eu não fizemos mais nada no final de semana. Domingão depois de faxinar a casa, pedalamos mais 13 milhas! Esse negócio vicia…..

Cooperação

Hoje recebi uma notícia muito boa, sobre duas pessoas muito importantes para mim. É o que digo: quando duas mãos estendem-se em direção uma à outra, elas encontram-se no meio do caminho. Sozinho, chega-se somente até a um determinado ponto.

Mãos Entrelaçadas - Candido Portinare

Bom, como já falei antes parte do meu quest pela boa saúde consiste em tentar criar o hábito de aceitar as atividades físicas como parte do meu dia-dia (e às vezes isso é bem difícil – rsrs). A bicicleta tem sido a maior delas.

 

 

Diante do meu entusiasmo pela magrela, Mr PP, ciclista experiente, me deu de presente um par de sapatilhas de ciclismo. Aquelas com aquele click-click na sola que vc encaixa no pedal da bike e te permite não só empurrar o pedal, mas sim puxá-lo também (gostaram da explicação científica?). Gente! Não é que o negócio faz uma MEGA diferença mesmo?!?!

 

 

Eu estava morrendo de medo de não conseguir encaixar o tal sapato no pedal e pior de não conseguir desencaixar para colocar o pé no chão na hora de parar a bike, mas o bichinho é fácil de usar mesmo e dá um super resultado. A pedalada rende mais, pois, como eu disse, o movimento da perna não é só o de empurrar o pedal, mas sim puxar o pedal para cima, o que ajuda muito principalmente nas subidas e permite utilizar melhor as marchas da bike. Tudo bem, que minhas pobres coxas estão acabadas, pois vc é forçado a fazer o movimento correto de pernas, mas isso é detalhe…..

 

 

Mas o mais engraçado do momento bike rider de ontem fui eu andando na road bike do PP. O PP falou se eu não queria testar a bike, que é super-ultra-mega leve por ser inteira de fibra de carbono. É claro que eu metidona topei, né!!! Eu não alcanço o freio porque a bicicleta é muito grande para mim (para quem não sabe o guidão da road é completamente diferente, assim como a posição de pedalada, o ciclista fica praticamente debruçado sobre o cano da bicicleta), então como não conseguia brecar tive pedir para que o PP parasse a bike para mim….. Ele se enfiou na frente da bike e realmente conseguiu pará-la, só que minha sapatilha não desencaixou do pedal e quase que eu fui beijar o chão. Foi uma comédia!

 

 

Eu hein, essa coisa de ser esportista é muito perigosa…..   ;-)

Você pergunta, eu respondo

Isso aqui parece aqueles cadernos de pergunta que a gente tinha quando era adolecente – rsrsrsrs…

Minha good budy Gil pediu para eu responder, como foi ela quem pediu, eu respondo. Mas só porque foi ela e porque tô topando tudo para tentar melhorar o mal humor hoje…..

 

Onde está seu celular? Dentro da minha bolsa…
E o amado? No escritório “trabaiando”
Cor do cabelo? Chocolate

Sua mãe? Na casa dela, acho
Seu pai? Também, acho. A não ser que eles tenham saído
Seus irmãos? Meu irmão tá trabalhando, acabei de falar come le pelo MSN.
Seu filho? eu não tenho ainda
O que mais gosta de fazer? Ficar com quem amo, trabalhos manuais e ler…
O que você sonhou na noite passada? Vixi, não sou boa pra lembrar de sonho.
Onde você está? No escritório, no meu horário de almoço.
Onde você gostaria de estar agora? Na minha casa.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Ah, quero estar com meu marido, numa casa nossa de verdade aqui!
Onde você estava há seis anos? Hum… acho que trabalhando, mas lá no BR.

Onde você estava na noite passada? Em casa. Que isso? Interrogatório policial, Gil?!?
O que você não é? Maldosa.
O que você é? Decidida.
Objeto do desejo?
Uma casa com um bay window e que tenha um sofá com vista para um jardim.
O que vai comprar hoje? Hoje, nada!
Qual sua última compra? Uma camiseta azul de ginástica na TJ Max ontem.
A última coisa que você fez? Revisei um contrato muito chato para o escritório do Brasil.
O que você está usando? Calça jeans, uma blusa marrom, uma camisa laranja e scarpin laranja de croco (tô fashion hoje!)

O que está passando na TV? Não tenho a minima idéia.
Seu cachorro? não tenho mais, mas o Frefre tá bem lá em SP…
Seu computador? Um MAC
Seu humor? Não tá dos melhores hojes…
Com saudades de alguém? Sim! Da minha família e alguns amigos do BR!
Seu carro? um Mini Cooper azul calcinha, como diz o P – rsrsrsrs
Perfume que está usando? Black Orchid
Última coisa que comeu? Tilápia assada e brócolis cozidos no vapor
Fome de quê? Um bombom de cereja!
Preguiça de? hum… isso aqui tá dando uma leseira…..
Próxima coisa que pretende comprar?
Nao sei…
Seu verão?
Vai ser por aqui mesmo! Curtir o maridão e a casa!
Ama alguém? sim… muito!
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? ontem…
Quando chorou pela última vez? Ontem, quando derrubei a tábua de carne no dedo do pé… doeu pra burro!

A vida resumida em 4 bebidas

Bom, como já estamos na terceira, o melhor a fazer é aproveitar, né?

 

É verdade….

 

Esse raio de banheira!!!!!!!!!!!!

 

Ahhhh se eu pego quem inventou que nessa terra tudo o que é banheiro tem que ter banheira….. Que moda é essa?????

 

 

Garanto que esse indivíduo não tinha que limpar essas banheiras todas!!!!!!!!!!

 

 

Olha só: banheira é um troço muito ingrato….. primeiro que geralmente são branquinhas (se bem que peça de banheiro para mim tem que ser branca mesmo), ou seja, qualquer fiozinho de cabelo fica lá gritando para vc: Me limpa, me tira daqui! Qualquer pézinho sujo fica tatuado no fundo da banheira, como uma exclamação: Vc não vai me apagar daqui?!?!? rsrsrsrsrs

 

 

Depois tem a velha questão: quantas vezes por ano vc usa sua banheira? Sério mesmo: quantas????? Eu posso contar nos dedos de uma mão…. Porque limpar dá um trabalho do cão. E fora que aquilo não é uma banheira, com B maiúsculo: a maioria não tem nem o jato da hidromassagem. Ë uma bacia de água quente gigante…

 

 

A gente tem, não usa e tem que limpar pelo menos umas duas vezes na semana! E vai ficar ajoelhada esfregando a banheira? Castigo total…..

 

 

Aliás tem umas coisas que não entendo aqui ainda: primeiro a banheira, pelas razões óbvias acima. Sengunda: por que esse povo tem mania de iluminação indireta nos quartos? Que saco que é não ter luz no teto! As vezes quero fazer as coisas à noite, limpar, arrumar, organizar algo e automaticamente bato a mão no interruptor e acende aquela luz mixuruca do abajur! Ai que raiva – rsrsrsrs

 

 

A falta de ralo e de cultura de lavar banheiro também me incomoda….. sei que isso é totalmente anti-ecológico, principalmente com a falta de água que nos aflige mundialmente, mas tenho que confessar que gosto de uma aguinha com cândida no banheiro….. LOL.

 

 

Aí eu adoro quando depois de ۢlavar um banheiro vem o pessoal e pergunta: do que vc sente mais saudades do Brasil?!? E eu respondo humorada: da minha secretária executiva lá de casa! Eu mandava e ela executava! :-)

Projeto Melting the Pounds

Update no projeto melting the pounds: 3 semanas in e 4 pounds out!

 

 

E nem estou passando fome!!!!!!!!!!!

 

 

O truque é calcular o quanto se quer perder em quilos e contra os perdidos em pounds, porque rende mais – rsrsrsrsrsrs

 

 

Piadas a parte, já estou com mais disposição e animada com os primeiros resultados. É claro que sei que as coisas não serão assim rápidas sempre, mas vamos lá.

 

 

A malhação também está entrando numa rotina. Fora as voltas olímpicas de bike com o maridão, decobri uma cademia pertinho de casa que tem o sistema da Les Mills.

 

 

A Les Mills é aquela franquia de esportes da Nova Zelândia que criou as aulas que a BodySystems representa e vende no Brasil: Body Pump, Body Attack, Body Combat, Body Balance , RPM, Body Jam, Body Jump. Eu sempre fui fã desse sistema (usado na Formula, Cia Atlhetica, por exemplo), pois as aulas são super dinâmicas, a música dá o ritmo e o professor malha o tempo inteiro junto, motivando a galera  sem parar.

 

 

Minha favorita é o Body Pump, uma aula de exercícios localizados, feita o tempo todo com alteres e anilhas de pesos variados. Parece coisa de marombeiro, mas não é. É super legal para queimar calorias e evitar a lei da gravidade, principalmente quando a gente faz dieta. Tudo bem que era beeeeeeeeem mais fácil três anos e trinta e cinco quilos atrás (opa trinta e três, já foram 4 pounds) e que hoje estou sentindo músculos que já havia esquecido fazerem parte do meu corpo. Mas tá valendo…. O humor fica bem melhor depois de uma bela sessão de exercícios! Viva as endorfinas!!!!!!!!!!! E o Tylenol!

 

 

Hoje tem pedalada de 12 milhas com o maridão, se eu não emagrecer, pelo menos vou ficar com umas belas pernocas….. kkkkkkkkkkkkkkkk

 

Experiência

De um processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam
desenvolver uma resposta para a seguinte pergunta: “Você tem
experiência?” A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado, contratado e seu texto está fazendo sucesso.

REDAÇÃO: Você tem experiência?

Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me
queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo
o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.

Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e
continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de
arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei
ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais
difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar
estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de
bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei
sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no
outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de
mil pessoas sentindo falta de uma só.

Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem
vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios,
já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor,
mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.

Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr
descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme
jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um
“para sempre” pela metade.

Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por
ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é
mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos
fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado
coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e
grita: “Qual sua experiência?”.

Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência… experiência. Será
que ser “plantador de sorrisos” é uma boa experiência? Não! Talvez
eles não saibam ainda colher sonhos!

Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: “Experiência? Quem a
tem, se a todo momento tudo se renova?”

Diet, light e outros que tais!

Há umas duas ou três semanas atrás resolvi tomar uma atitude e voltar para o Vigilantes do Peso. Depois de muito tentar negar, ou pelo menos tentar ignorar, os meus 35 quilinhos adquiridos desde o início do processo de mudança para os EUA e agravados, principalmente, durante o primeiro ano aqui, decidi tomar uma atitude séria dessa vez.

 

 

Já tentei de tudo no último ano, em busca de uma solução milagrosa: dietas radicais, ficar sem comer, comer só determinados alimentos, ou seja, nada saudável. E o pior é que sempre caía de volta nos velhos hábitos, que acabavam sendo agravados pelo período de privação espontânea. Cheguei até a tentar a tal Jeanie Craig, o que me fez perder 12 pounds rapidinhoe ganhar uma bela anemia. Aliás, não recomendo o método mercenário para ninguém. By the way, achei os 12 pounds com mais velocidade ainda – rsrsrs.

 

 

Como já tive uma experiência super boa com o Vigilantes no passado, resolvi tentar o método novamente. O legal é que eles não prometem milagre e vc não emagrece em tempo record. Gosto do programa por ser uma reeducação alimentar. Voltar a comer direito, pensar um pouco no que se põe para dentro do corpo e mexer as cadeiras…

 

 

Não adianta. Não existe fórmula mágica para emagrecer (mas caso alguém saiba, favor me passar o e-mail do alquimista). A coisa é matemática mesmo: menos calorias ingeridas e mais calorias queimadas resultam em emagreciamento. Pronto, simples. Fecha a boca e malha. Pelo menos parece simples… mas quem que já brigou com a danada da balança sabe que não é tão simples assim e que emagrecer é um processo lento, tedioso, às vezes frustrante, cheio de picos e vales, mas necessário.

 

 

Vejam bem, não estou falando aqui do lado estético, emagrecer para ficar sarada e desfilar de biquini na medina,. mas sim da saúde. É claro que o lado estético também é um fator, mas não deve ser o principal fator quando se entra num processo desses. Falo isso de experiência própria. Emagrecer requer estar com a cabeça fria, focada em vc, muita dedicação, uma imensa dose de paciência e desencanar das pressões estéticas.

 

 

O fato é que venho de uma família que tem tendência a engordar, que tem dibétes, pressão elevada e outros problemas que podem ser agravados pelo sobrepeso – não , eu não estou colocando a culpa de eu estar do tamanho que estou na minha família e sim, sei bem e assumo as escolhas que sempre fiz no que concerne à minha alimentação – ou seja, é uma questão de necessidade e não somente de vaidade.

 

 

Segunda-feira passada completei duas semanas no programa (não vou chamar de dieta ou regime, porque eles nunca deram certo comigo) e confesso, para minha própria surpresa, que não estou passando fome, nem com vontades incontroláveis por coisas que não posso comer. Mesmo porque posso comer absolutamente tudo, desde que seja com moderação. A questão é fazer as escolhas certas sobre o quê.

 

 

O lado fitness também está evoluindo, embora eu não seja suuuuuuuuuper fã da malhação….. mas isso é papo para outro post. J