Archive for April, 2009

Disneyland e outros que tais!

As meninas depois de uma volta na California Screaming

As meninas depois de uma volta na California Screaming

Fim de semana super movimentado! Inicialmente havíamos planejado não fazer nada, relaxar, ficar em casa, assistir um filminho, no máximo pegar uma piscina…. mas não foi assim at all –rsrsrsrs.

Começou na sexta. Já saí do escritório atacada com um fulano que bloqueou meu carro e não respondia o paging para mover o veículo, me obrigando a ficar plantada no estacionamento por trinta minutos! Bem feito pelo carreirão que tomou do diretor de RH! Conclusão, saí meia hora atrasada do escritório e perdi o horário que eu tinha marcado a 6 semanas atrás para cortar o cabelo…. Fiquei pau da vida.

Logo em seguida, entrei na 405 e, surprise!!!!!!!!!!!!!: tudo parado…. bumper to bumper. Acidente na freeway e engarrafamento de mais de uma hora….. começou bem o final de semana, pensei!

Mas dali a pouco as coisas viraram….. um casal de amigos ligou, na seqüêencia, convidando Mr PP e eu para um happy hour num barzinho grego perto de casa e lá fomos nós. Papo super agradável, comidinhas e bebidinhas boas e voilá…. De bom humor novamente e pronta para happy weekend!

O sábado seguiu…. Horário remarcado no cabeleireiro, corte de cabelo (que ficou bom, sabe?), almocinho em casa e mais um telefonema recebido. Dessa vez da galera brasuca que mora por aqui. Programamos então um passeio de bike por volta das 3 da tarde. A voltinha acabou virando uma voltona de umas 15 milhas pelas trilhas de Irvine. Foi super gostoso. A gente nem sente que está pedalando tanto, pois vai batendo papo, olhando a paisagem….. e quando vê já se passaram hora e tanto.

O passeio terminou, literalmente, em pizza lá em casa, seguida de cokies quentinhos e sorvete de baunilha! Resultado: comilança e bate-papo animado até 11 da noite! Rsrsrsrs

Como havíamos ganho ingressos para a Disneyland a um tempo atrás e a galera tem passes para Disney, decidimos fazer um domingão Disneyland no dia seguinte. Foi ótimo! Nos divertimos muito! Demos muita risada! Cansamos até também!

Mentalmente estou zerada…. fisicamente, bem, aí são outros quinhentos – rsrsrsrs

Vania, Thales, Ricardo, Marcela e eu na Disneyland, CA

Vania, Thales, Ricardo, Marcela e eu na Disneyland, CA

Eu, Buzz e Mr. PP

Eu, Buzz e Mr. PP

Vinícius

“São demais os perigos desta vida
Pra quem tem paixão principalmente
Quando uma lua chega de repente
E se deixa no céu, como esquecida
E se ao luar que atua desvairado
Vem se unir uma música qualquer
Aí então é preciso ter cuidado 
Porque deve andar perto uma mulher…”

 

 

Desde o começo da semana estou com um livro que não me sai da cabeça: Querido Poeta, de Ruy Castro, Ed. Cia das Letras. Trata-se da correspondência de Vinícius de Moraes, compilada, contextualizada e analizada por Ruy Castro.

 

Procurei nos meus livros e não encontrei. Acho que deixei no Brasil quando nos mudamos para cá. É uma pena… gostaria de ler novamente.

 

O livro é uma delícia, tem o charme das cartas antigas. Cartas: para quem não sabe, aquelas coisas antiga, da era mezozóica-pré-emailada, que as pessoas costumavam escrever em um papel fininho, à mão, com letra caprichada e dobravam-se certinho para caber no envelope, o qual era endereçado e postado via correio com um selo bacana….

 

Mas voltando ao livro, o mesmo traz inclusive algumas cópias das cartas e rascunhos manuscritos originais. A proza bem escrita de Vinícius nos leva em uma viagem pelo tempo e pela vida do poetinha.

 

Quando penso em Vinícius de Moraes, automaticamente me vem à mente os sonetos de amor, a eterna aura de boêmio conquistador. O livro derruba um pouco  o mito, mostra um outro lado do autor:  crítico, politico, cultural. Nos leva a entender melhor a obra de Vinícius e acompanhar o nascimento da amizade e parceria com Tom e Toquinho.

 

Leitura recomendada….

 

Ficam aqui 3 sonetos manjadíssimos, mas que eu adoro!

 

 

Soneto ao Inverno

Inverno, doce inverno das manhãs
Translúcidas, tardias e distantes
Propício ao sentimento das irmãs
E ao mistério da carne das amantes:

Quem és, que transfiguras as maçãs
Em iluminações dessemelhantes
E enlouqueces as rosas temporãs
Rosa-dos-ventos, rosa dos instantes?

Por que ruflaste as tremulantes asas
Alma do céu? o amor das coisas várias
Fez-te migrar – inverno sobre casas!

Anjo tutelar das luminárias
Preservador de santas e de estrelas…
Que importa a noite lúgubre escondê-las?

 

 

Soneto de Separação

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o presentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

 

 

 

 

 

Soneto de Fidelidade

 De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

 

 

 

 

 

 

Amigos

Estiveram por aqui, passando o final de semana da Páscoa conosco, nossos amigos queridos Ana e Fabi. Tudo bem que eles estavam em Lua de Mel, mas tiraram um tempinho para nos visitar (demorô hein?!?!).

Passamos o final de semana da Páscoa juntos e o seguinte também. Pudemos dar umas voltas, acompanhá-los em comprinhas, mostrar um pouco da nossa vida aqui e saber como anda a vida deles por lá. O melhor de tudo foi tê-los conosco, bater muito papo e aproveitar o tempo que tivemos juntos!

Pena que passou muito rápido!!!! Estamos esperando vcs por aqui agora que aprenderam o caminho, hein? Quem sabe não nos vemos em Orlando?

Fabi, Ana, eu e PP em Huntington Beach

Fabi, Ana, eu e PP em Huntington Beach

Tá calor, tá calor!

 Hoje é um dia perfeito para um hot dog! Literalmente, papo sério! Tá um calor do cão aqui (trocadilho infame a parte)! Dizem que é primavera, mas tô achando que ou é o verão que está fazendo propaganda eleitoral ou o buraco da camada de ozônio está sobre Irvine e os raios UVA, UVB e os que o partam também estão passando diretamente para cá…. 36º graus Celsius ontem e hoje! Como será que vai ser o verão?!?

Coisa de Vó…

Hoje acordei com saudades das comidinhas do Brasil. Não que aqui não haja coisas gostosas. Há! E muitas! Principalmente pertencentes ao maravilhoso reino encantado dos carbohidratos – LOL

Mas o fato é que hoje acordei com vontade de comidinha caseira. De feijão cozido na hora com linguiça, arroz, bife acebolado e fuxico!

Comidinha de avó! Da minha Vó! Da Vó Agueda, de quem eu me escondia todo dia no vão entre a geladeira e a parede na volta da escola e ficava esperando até ela abrir a porta para pular e dar um susto. E ouvi-la, todo dia, dizer: que susto menina, quase me mata do coraçom!

O fuxico era marca registrada da Vó Agueda, o de comer, não o de costurar, apesar de que ela era boa com as agulhas também. O fuxico consistia em verdura picada bem fininha, refogada com cebola, alho, sal e pimenta até murchar. Quando estava murcha, mas ainda com caldo, a Vó jogava uma colher de farinha de mandioca na verdura e deixava ficar meio crocante. Ai que gostoso. Sinto até o cheiro da cozinha em Santa Mariana e a briga pela mala da escola geralmente jogada no chão, perto da porta de entrada.

Minha avó materna não era de muitas palavras. Era uma mulher durona, forte, atrevo-me a dizer que até um pouco triste pelos baques da vida, mas muito trabalhadora e orgulhosa. Tinha um sotaque italiano que a gente achava engraçado (pom, fogom, coraçom), mas, pensando bem, adorava nos alimentar. Acho que era o jeito que ela encontrava para nos agradar, para expressar seu amor.

Ela se foi quando eu tinha apenas 7 para 8 anos, mas lembro de algumas coisas como se tivessem acontecido ontem. Lembranças muito boas, muitas delas na nossa cozinha de Santa Mariana.

Lembro que à tarde quando morávamos no Paraná tinhamos o hábito de tomar café da tarde e a Vó sempre inventava um quitute para acompanhar o leite fervido na hora. Um dia biscoitos caseiros, um dia fatia do céu, um dia pãozinho quente com manteiga… O dia de biscoito sempre a deixava brava, porque o Seu Argemiro, nosso jardineiro, adorava os biscoitinhos da Vó Agueda e invadia a cozinha assim que sentia o cheiro. Ela ficava brava porque ele comia tudo e ficava pedindo para ela fazer mais! Acho que Seu Argemiro tinha uma quedinha secreta pela Vó….

Lembro das férias da escola em que eu podia acordar mais tarde e minha gemada já estava batida esperando o leite quente que ela me dava enquanto eu assistia TV. E de quando ela salvou minhas bonecas, que eu havia deixado jogadas no quintal. Lembro dos livros de escola dela, que só pode aprender a ler e escrever depois de adulta e do orgulho que ela sentia ao ver meu irmão sempre com um livro na mão, mesmo ainda menino pequeno, e de como sempre trazia um biscoitinho quando nos via estudando. Lembro do chico doce e do medo que eu tinha daquele chinelo.

Lembro dela mexendo, de vestido de jersey, a polenta mole (italiana fajuta) e do molho a bolonhesa que ía por cima com bastante queijo ralado, que minha mãe e eu amamos até hoje! E de, como em todos os Natais e grandes comemorações, sempre há o purê da Vó Agueda, que virou tradição e nos faz lembrar tanto dela.

É engraçado como certos sabores ou cheiros nos levam a um determinado momento, a uma determinada pessoa. Acho que, em verdade, acordei com saudades da minha avó, da minha infância protegida no interior do Paraná, do cheiro de alfazema da Vó, da roupa esticada na corda do varal, das aulas de piano, da minha árvore e do meu cavalo Dibi, do jardim de antúrios, de assistir sessão da tarde com a Vó e minha mãe, do meu irmão lendo a enciclopédia dos bichos e ensinando as nacionalidades para mim, de um tempo, de um complexo de coisas e não simplesmente da comidinha do Brasil….

Mudanças

Adorei esse texto do Veríssimo (o filho).

Mudanças

Luis Fernando Veríssimo

 

 

“E tudo mudou…

 

O rouge virou blush

O pó-de-arroz virou pó-compacto

O brilho virou gloss

 

O rímel virou máscara incolor

A Lycra virou stretch

Anabela virou plataforma

O corpete virou porta-seios

Que virou sutiã

Que virou lib

Que virou silicone

 

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento

A escova virou chapinha

“Problemas de moça” viraram TPM

Confete virou MM

 

A crise de nervos virou estresse

A chita virou viscose.

A purpurina virou gliter

A brilhantina virou mousse

 

Os halteres viraram bomba

A ergométrica virou spinning

A tanga virou fio dental

E o fio dental virou anti-séptico bucal

 

Ninguém mais

 

vê…

 

Ping-Pong virou Babaloo

O a-la-carte virou self-service

 

A tristeza, depressão

O espaguete virou Miojo pronto

A paquera virou pegação

A gafieira virou dança de salão

 

O que era praça virou shopping

A areia virou ringue

A caneta virou teclado

O long play virou CD

 

A fita de vídeo é DVD

O CD já é MP3

É um filho onde éramos seis

O álbum de fotos agora é mostrado por email

 

O namoro agora é virtual

A cantada virou torpedo

E do “não” não se tem medo

O break virou street

 

O samba, pagode

O carnaval de rua virou Sapucaí

O folclore brasileiro, halloween

O piano agora é teclado, também

 

O forró de sanfona ficou eletrônico

Fortificante não é mais Biotônico

Bicicleta virou Bis

Polícia e ladrão virou counter strike

 

Folhetins são novelas de TV

Fauna e flora a desaparecer

Lobato virou Paulo Coelho

Caetano virou um chato

 

Chico sumiu da FM e TV

Baby se

 

converteu

RPM desapareceu

Elis ressuscitou em Maria Rita?

Gal virou fênix

Raul e Renato,

Cássia e Cazuza,

Lennon e Elvis,

Todos anjos

Agora só tocam lira…

 

A AIDS virou gripe

A bala antes encontrada agora é perdida

A violência está coisa maldita!

 

A maconha é calmante

O professor é agora o facilitador

As lições já não importam mais

A guerra superou a paz

E a sociedade ficou incapaz…

 

… De tudo,

 

Inclusive de notar essas diferenças”

 

 

 

 

Feliz Renovação!!!!

A Páscoa é uma data muito importante em diversas culturas ocidentais e celebrada à muitos milênios. A palavra Páscoa tem sua origem no latim Pascae, porém é encontrada no grego Paska e no hebraico Pesach, significando em todas passagem, renovação.

Historiadores afirmam que a Páscoa já era comemorada por antigas civilizações européias há milhares de anos, principalmente na região do Mediterrâneo. Os gregos, por exemplo, celebravam a Paska durante o mês de março, geralmente na primeira lua cheia da primavera. Essa época era importante para eles, uma vez que marcava o final do inverno e a proximidade de uma nova colheita, o que garantiria a sobrevivência do povo à época mais rigorosa do ano.

Para os hebreus, a Pesach significa a libertação do subjugo dos egípcios e a passagem através do Mar Vermelho na fuga do Egito, mas, sobretudo, a união, o surgimento de um povo sob um objetivo comum. Essa coisa toda é bem melhor explicada no Velho Testamento – Livro do Êxodo.

Nós, cristãos, celebramos a ressurreição de Jesus Cristo. Trata-se de uma das celebrações mais antigas e mais importantes das religiões cristãs. Nos primórdios do cristianismo a Páscoa era celebrada no domingo seguinte à primeira lua cheia após o equinócio da primavera.

Tudo bem, muito legal esse momento comercial do History Channel, mas daí você me pergunta: e o raio do coelho e do ovo? O que eles têm a ver com isso?

Aí, eu respondo, ainda no meu momento History Channel: como se vê em todas as culturas que celebram a Páscoa, a data está relacionada à renovação, ao nascer novamente, à perpetuação. E é nesse simbolismo que se encaixam o ovo e o coelho. Para algumas civilizações antigas (aí vêm os gregos novamente), o ovo e o coelho representavam fertilidade, o que estava intimamente ligado à preservação da espécie, renovação. Daí a associação da imagem do coelho e dos ovos à Páscoa.

Bom, o fato é que, aula fajuta de história a parte (sorry, meu lado fessora fala alto às vezes), o objetivo aqui é desejar a todos – judeus, cristãos, budistas, mulçumanos, ateus ou à toas – uma feliz Páscoa, no sentido histórico da data. Não importa em que você acredite, ou não, queria desejar para você a renovação: renovação da esperança, que sem ela não chegamos a lugar algum, da perseverança, das amizades, do perdão, das alegrias. Renovação de vida! Feliz Páscoa para você e para todos que você quer bem (e para os que não quer também)!

Amigos

Todo mundo conhece essa… mas, como recebi pela milésima vez e pela milésima vez me fez sorrir, fica publicado:

E o Palhaço, o que é?

   Estava eu conversando com uma amiga pelo MSN outro dia e não sei porquê cargas d’água começamos, num momento nostalgia, relembrar os programas infantis que costumávamos assistir na infância: Bambalalão, Cubo Magico, Balão Mágico (primeira turma, com a Simony), Bozo, o Carequinha, Clube da Criança (Xuxa ainda na Manchete)…

 

 

Mas o assunto ficou mesmo no programa do Bozo. Começamos a falar (ou seria teclar?) sobre o que gostávamos no programa: a corrida de cavalinhos, pontualmente às três da tarde, foi a primeira coisa que me veio à mente. Minha amiga lembrou da Vovó Mafalda e do Papai Papudo. Lembramos da música do chuveiro….

 

 

E aí caiu a ficha… Gente! Não tinha programa mais deseducativo (isso existe?) que aquele! Pensa comigo: o Papai Papudo vivia correndo atrás da Vovó Mafalda, que por sua vez era um traveco bem do feio, por sinal. O programa mostrava uma corrida de cavalos todos os dias e ainda incentivava a gente a apostar pelo telefone (eu morria de vontade de ligar, mas o medo da minha mãe descobrir era maior – na verdade ligar para o Bozo e ganhar a vitrolinha vermelha do Balão Mágico estavam empatados na minha lista de desejos – rsrsrsrsrs). E a música do chuveiro?!? ”Chuveiro, chuveiro, não faça isso comigo… chuveiro, chuveiro não molhe o seu amigo….” Meu! Quase toda criança passa por aquela fase Cascão em que não gosta de água a não seja que esteja no copo, no mar ou na piscina e aí via o seu ídolo cantar essa ode contra o chuveiro!

 

 

Mas não dá para negar: eta tempo bom! Era muito divertido…. A gente assistia o Bozo, brincava descalço na rua, fazia bolinho de terra para tacar nos meninos e nem por isso ficamos traumatizados ou perdemos nossos valores (não de a criançada de hoje não os tenha, mas éramos mais inocentes, ficamos espertos mais tarde). Ahhhhh e, by the way, eu nunca ouvi falar de nenhuma criança que foi beliscada pelo Bozo – rsrsrsrsrsrs.

De volta…

Estou de volta! A semana voou, passou muito rápido. Parece que passei mais tempo no avião do que no Brasil. E sempre que estou por lá o tempo passa tão rápido, que acabo não conseguindo fazer metade das coisas que gostaria ou ver metade das pessoas que pretendia. Mas tudo bem, valeu mesmo assim.

A ída foi tranquila, apesar de um atraso de 4 horas em Dallas, o que nos fez chegar perto da hora do almoço em São José dos Campos, ao invés de 8 da manhã, como pretendíamos. Aquela passada básica no hotel para deixar as malas e tomar uma chuveirada e vamos trabalhar!

Reunião atrás de reunião, pepino atrás de pepino. Mas pelo menos, consegui resolver vários. O chefe esteve a tira-colo a maior parte do tempo e com isso não pude ver muitas pessoas, nem fofocar com as minhas queridas depois do trabalho. By the way, conheço o chefe a quase 10 anos, mas cheguei definitivamente à conclusão de que ele não tem sendo de humor messssmo… tadinho….

O melhor da viagem toda foi poder ter visto a família. Meus pais, meu irmão, minha cunhada e meu lindinho Guiga foram passar a noite de quarta-feira em SJC e pudemos passar algumas horas valiosíssimas juntos. Nos divertimos, batemos papo, comemos bem, tomamos todas (né Tato?), matamos um pouco das saudades. Foi um tira-gosto apenas, mas como é bom ver aqueles que amamos! Ainda que seja só por um pouquinho!

O Guiga, que faz aniversário no final do mês, 4 aninhos, ganhou a Ilha do Pirata da Tia Mi e do Tio Pe e adorou! O duro foi não poder brincar com ele direito e escutar ele, com aquela cara linda e olho roxo de moleque levado, virar para mim e falar: “Tia, depois que vc voltar do trabalho a gente pode brincar só um pouquinho com meu presente novo?” . Ai que dor no coração ter que falar tchau para meu fofucho!!!! Ai que saudades!

No aeroporto mais uma surpresa, os pais do Mr. PP deram uma passada e também pudemos ficar um pouquinho juntos e bater um papo antes do embarque.

O vôo da volta também foi tranquilo, apesar do São Paulo Futebol Clube estar no avião fazendo uma  zona… e o EFI estar quebrado…. e eu quase ter perdido a conexão… Mas tudo bem, o bom mesmo é chegar em casa e encontrar Mr. PP! E dormir na minha cama, depois desse vôo que parece que não ía acabar nunca!

Fui tão mimada nessa viagem! Além de todas essas pessoas maravilhosas terem saído de suas rotinas só para que pudéssemos nos ver, ganhei um milhão de mimos e chocolates! Não vejo a hora de poder voltar (com mais calma e, de preferência, sem chefe junto – rsrsrsrsrs)!