Archive for the ‘Letrões e Letrinhas’ Category
Post novo no La Sorcière
Oi People do Baú!
A Alê, prima querida e “dona e poprietária” do La Sorcière, blog fantástico sobre livros, publicou um post meu sobre a série de TV e o livro Castle.
Passem lá para conferir!
Nook 2… a missão
Bom, atendendo a pedidos aqui vão mais algumas impressões e informações sobre o meu Nook.
O aparelho em si é um pouco maior do que um pocket book (praticamente do tamanho de um livro normal, mas bem fininho), 6 polegadas em diagonal. É bem leve e dá para se carregar na bolsa sem problemas (aliás um dos fatores que mais me influenciaram na direção de um e-book). Há umas capinhas próprias para protegê-lo (de todas as cores e para todos os gostos e bolsos), o que faz com que gente não tenha dó de deixá-lo na bolsa, carro ou levá-lo para lá e para cá.
Interatividade com o leitor: a navegação pelas funções do aparelho é muito fácil. A parte de baixo da tela é touchscreen (similar a do iPhone) e permite o rápido acesso aos recursos do Nook, tais como acessar sua biblioteca, marcar páginas (bookmarks), inserir anotações e comentários nos livros, emprestar e acessar e-books emprestados, acessar suas músicas e audio-books, arquivos PDF, regular a fonte e o tamanho da fonte utilizada nas leituras, acessar a loja virtual da Barnes, etc. O problema é que a conectividade fica restrita aos EUA, ou seja, não vou poder baixar livros quando estiver viajando para o Brasil por exemplo.
A tela é bem nítida e confortável para a leitura, parece mesmo uma página impressa e virar a página demora cerca de um segundo (estava receosa, pois havia lido críticas em relação à demora para virar as páginas). A bateria é durável e a memória tem capacidade para cerca de 1500 e-books, podendo ainda ser expandida com um cartão de memória.
A Alê, do La Sorcière, me perguntou porquê eu não gostei do e-reader da Sonny: bom, achei a tela escura e difícil de ler, além de ser lerdo pra caramba e o espaço de tela menor do que o Nook e Kindle …
Fiquei super balançada entre o Kindle e o Nook quando estavámos pesquisando os e-readers, mas chegamos à conclusão de que para mim o Nook seria a melhor pedida. O Kindle parece bem legal, mas primeiro é exclusivo da Amazon e não consegui ninguém que tivesse o aparelho para ver em mãos como funcionava, segundo porque o Kindle não lê PDF, ou seja, se vc tem livros, textos ou outros arquivos em PDF no seu micro não consegue sincronizá-los e achei os livros na Amazon mais caros de um modo geral. A vantagem do Kindle é a conectividade garantida mundialmente, mas também não sei dizer se funciona mesmo ou não, pois já li crítica positivas e negativas a respeito e como disse não conheço ninguém que tenha o aparelho.
A grande sacanagem desses aparelhos para quem mora do Brasil é o preço a que eles chegam aí e a dificuldade que os lançadores dos e-readers estão tendo com as editoras brasileiras para disponibilizar os livros em formato e-book devido à restrições de copyright. Para se ter idéia já é possível comprar o Kindle no Brasil, porém paga-se cerca de R$1.000 contra os US$250 que o aparelho custa aqui e se vc não lê em inglês só vai conseguir os livros do Paulo Coelho, pois ele foi o único até o momento a autorizar a disponibilização de 17 livros da sua obra em português para o formato e-book na Amazon. Vamos torcer para que a coisa melhore com os e-books no Brasil e eles fiquem mais acessíveis e apresentem mais opções.
Por hora, por aqui, eu adorei a novidade e estou curtindo muito o meu brinquedão novo!
Nook!!!!!!!!!!!!!
Chegou! Chegou! Chegou! Meu Nook chegou!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Estou que nem criança com meu e-reader! Ganhei de Natal do P, mas como estava em back order a Barnes & Noble só entregou meu Nook agora.
ADOREI! Consegui baixar alguns clássicos “de grátis” direto da Barnes: Little Women, Pride & Prejudice e Dracula. Há diversos títulos disponíveis de graça na Barnes e os preços dos lançamentos e best sellers são beeeeeeeem mais acessíveis em e-book (média de US$ 9.00 x US$ 20.00).
Confesso que estava com medo de não gostar do aparelho, pois detestei o e-reader da Sony e tive chance de ver o Nook apenas uma vez e não deu para brincar muito com todas as funções do bichinho, mas não fiquei nem um pouco decepcionada com meu e-reader. Achei bem legal!
Achei o tamanho da tela bom, bem nítida e não brilhante. Há possibilidade de escolher a fonte e o tamanho da mesma e é bem fácil de navegar. Registrar o aparelho e sincronizar a minha conta da Barnes também não foi complicado e foi bem rápido. Enfim, amei e recomendo o meu presente! Brigada PP!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A Cabana
Eu detesto livros de auto-ajuda, detesto mesmo, mas não aguentava mais as pessoas me perguntando se eu já havia lido The Shack (A Cabana), de Willian P. Young. Parece que eu era a única que não havia lido o tal livro e sempre me olhavam com aquela cara de não acredito….
Então, dia desses num passeiozinho pela Barnes & Noble para comprar o livro novo da Barbara Kingsolver (The Lacuna, muito bom por sinal), resolvi arriscar e comprei um exemplar em paperback da tal cabana.
Confesso que comecei meio cética…. Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, The Shack se revelou um desses livros raros que, através do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público – e eu queria ver “qual era a do livro”.
A estória básica é a seguinte: durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia. Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime numa tarde de inverno e adentra o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.
Talvez The Shack tenha atingido tantos leitores pela semelhança básica que se encontra na estória e na história de tantas pessoas: um homen sofre uma perda, cai em depressão, encontra coragem para reagir no seu “Deus” pessoal.
Em um mundo tão cruel e injusto, The Shack levanta um questionamento atemporal: Se Deus existe e é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento? E 2/3 do livro tratam essa questão através de um diálogo entre Mack e a Santíssima Trindade.
No princípio achei que tudo seria religioso, teológico e doutrinante demais para aguentar, mas a medida em que o autor vai desenvolvendo a narrativa percebi que o livro não trata de religião, mas sim de religiosidade. A busca de entendimento e da fé em algo maior que nós e que dê sentido ao caos. Não se trata de um Deus cristão (embora o autor tenha escolhido representá-lo dessa forma, pois a personagem é Cristã), mas sim um criador, deixando que o leitor chame-o como quiser. A questão do livro é: se existe um Deus, por que há tanta maldade no mundo e como lidar com isso?
Pessoalmete, achei o livro muito mais filosófico do que um livro de auto-ajuda. Não esperem um primor literário, mas sem dúvida é um livro que faz pensar. Ao contrário de muitas resenhas que li e opiniões que ouvi, não achei que o autor imponha conclusões resolutas aos questionamentos levantados, achei que o autor deixa alguma liberdade de pensamento para o leitor, reservando espaço para que tiremos nossas próprias conclusões. The Shack não é um super livro, mas proporciona uma boa oportunidade para reflexão.
Temos tanto para agradecer!
Hoje comecei a entrar no clima de Natal! OK…. nem passou o Thanksgiving ainda, mas não consigo evitar, eu adoro o Natal, especialmente esse ano que nossa família imediata vem quase toda para cá (menos o meu irmão com a esposa e o Gui, que infelizmente não poderão vir).
Bom, o causo é que comprei meu primeiro presentinho e me dei de presente também o CD de Natal do Josh Groban. Mal entrei no carro e já coloquei o CD para tocar (para desespero do Mr. PP, pois nessa época eu ouço música de Natal o dia todo se deixar). Uma das músicas do CD me chamou tanto a atenção, não que não a conhecesse, mas a melodia e a interpretação do cantor, associadas à letra me emocionaram muito, especialmente depois da conversa que estávamos tendo (Mr. PP e eu) sobre o que é realmente importante na vida.
Deixo aqui um link do YouTube para quem quiser ouvir a música, que se chama Thankful. E fica também a tradução da letra para quem não souber inglês não se sentir excluído. Aliás desculpem, mas como moramos aqui acabamos tendo muito contato com coisas legais em inglês somente e às vezes acabo não traduzindo tudo.
[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=p2M0GQOgYGg]
Tradução:
“Gratos
Alguns dias nos esquecemos de olhar ao nosso redor
Alguns dias não conseguimos ver a alegria que nos cerca
Tão entretidos em nós mesmos
Nós tomamos quando deveríamos estar doando
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos
Olhe além de nós, há tanta mágoa
É muito tarde para dizer, “Eu chorarei amanhã”
Cada um de nós deve achar a verdade
Nós estamos tão atrasados
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos
Mesmo com nossas diferenças
Há um lugar em que todos nos conectamos
Cada um de nós pode achar o amor o outro
Portanto, hoje à noite nós rezamos para
O que sabemos possa acontecer
E nesse dias nós esperamos por
Aquilo que ainda não podemos ver
Cabe a nós ser a mudança
E apesar de podermos fazer ainda mais
Há muito pelo que sermos gratos”
La Sorcière
Fiquei super animada e feliz com o convite que recebi da Alê, “dona e proprietária” do La Sorcière, para escrever para eles! Obrigada pelo convite Alê!!!!!!!!!!!!! A estréia da minha coluna sobre o que ando lendo por aqui e outros que-tais da América estréia amanhã!!!!!!!!!!!!!
Mas bom, deixa eu começar falando um pouco da Alê…. a Alê é minha prima querida, paulista, mãe do Léo (um garoto lindão!), dentista de mão cheia, que tem nos livros o seu hobby preferido. Pois bem, um belo dia, a Alê resolveu buscar inspiração no seu hobby e começou um blog sobre literatura, um lugar para falar o que ela queria, expressar sua opinião franca sobre tudo aquilo que lia e trocar figurinhas com pessoas que também se interessassem sobre os tais livros.
E não é que o negócio deu tão certo e fez tanto sucesso que ela agora tem um blog que é referência em literatura e é apoiado por diversas editoras de ponta, tendo sido citado em publicações como a Veja?!?!?!?
Mas só podia dar nisso mesmo!!!!!!! Quando a Alê põe algo na cabeça, ela vai e faz! E o que eu mais gosto no La Sorcière é que a Alê não perde o rebolado, nem vai com a avalsa ou a maré. Ela fala o que pensa! Do jeitinho meigo, mas franco e direto, que só quem conhece sabe que ela tem, os posts do La Sorcière nos pegam de jeito e quando percebemos já lemos boa parte do blog e estamos buscando os livros comentados na net!
O La Sorcière e a minha querida Alê merecem a sua visita, passem lá! La Sorcière
O dia em que as cataratas pararam
Pois é, parece que só escrevo sobre livros e filmes ultimamente, mas é que é o que mais tenho feito: assistido filmes e lido, principalmente lido. Nos últimos dois dias um livro me pegou de jeito e o que começou sem nenhuma espectativa, transformou-se numa leitura super agradável e me fez querer largar tudo e ir conhecer as Niagara Falls, mas isso vai ter que esperar um pouquinho – rsrsrsrsrs – pelo menos até o Tonzinho estar maiorzinho.
A estorinha me parecei meio boba no começo, mas a autora me envolveu rapidamente e depois de dez páginas não consegui colocar o livro de lado enquanto não cheguei ao final.
O livro chama-se The Day the Falls Stood Still, de Cathy Marie Buchanam. Aqui vai uma traduçãozinha livre da sinopse:
1915. O início da era das hidroelétricas nas Niagara Falls. Uma garota de 17 anos chamada Bess Heath tem levado uma vida protegida e rica como a filha mais nova do diretor geral Niagara Power Company. Após o dia de graduação do internato que ela frenquenta, ela encontra-se impaciente para retornar para a pitoresca casa de sua família próxima às Niagara Falls. Mas ao chegar, nada mais está como ela havia deixado antes de sua partida para a escola. Seu pai perdeu o emprego na companhia de energia, sua mãe está reduzida a costurar para as damas da sociedade, às quais ela costumava entreter, e Isabel, sua vivaz irmã mais velha, é apenas uma sombra da linda jovem que ela fora, trancando-se no quarto, mal alimentando-se – e guardando um torturante segredo.
Na noite de seu retorno, Bess conhece Tom Cole por acaso na plataforma do bonde. Ela encontra-se inexplicavelmente atraída por ele - apesar de todas as objeções de sua família. Ele não pertence a o mundo deles. Rústico de destemido, ele vive do que o rio lhe provê e tem uma habilidade única de prever o comportamento das cataratas. Seus salvamentos arriscados lhe rendem a fama de heroi local e o caracterizam como uma ameaça às companhias de energia, que buscam monopolizar o poder das quedas para seu próprio benefício. Conforme suas vidas aproximam-se Bess é forçada a fazer uma dura escolha entre o que ela quer e o que é melhor para sua família.
Ambientado nas quedas das Niagara Falls, num tempo em que daredevils desafiavam a correnteza e as quedas em barris e grandes fortunas industriais era feitas e perdidas, The Day the Falls Stood Still é uma novela intoxicante.
I’m a mom!!!!!!
Gente! I’m a mom!!!!! Olha o que ganhei do meu husband hoje: uma agenda da Mommy! Achei bem legal, bonitinha e divertida, já que eu ainda me rebelo com o PDA e Smart Phone. Preciso ter onde colocar meus papéis, escrever bilhetes, guardar pequenas tralhas (tesouros!). Uma graça a minha Agenda da Mommy! Veio até com um calendário para eu colocar na minha cozinha e olha que tô precisando gente…. esqueço tudo, tudo, tudo…. acho que todo meu homega 3 deve estar indo para o Tom – HAHAHAHAHA
The Lost Symbol
Alguém já leu o último livro do Dan Brown? The Lost Symbol? Terminei de ler ontem. Legal, devorei as 500 páginas em 2 dias, mas a impressão que tive é que o autor já estava pensando na adaptação para o cinema e foi logo escrevendo um roteiro de ação: capítulos curtos, em forma de cenas, introdução ao cenário, ambientação, diálogo, ação. Sempre essa sequência.
A trama é centrada na Maçonaria e sua simbologia e achei legal o fato do autor tentar desmistificar a fama de adoradores do bode preto que os maçons têm até hoje (rsrsrsrs) e mostrá-los como uma sociedade filosófica. Ponto para ele.
Mais uma vez o Professor Robert Langdon se mete em confusões ao ser convocado com urgência por seu amigo pessoal e curador do museu “Smithsoniano” para substituir um palestrante em um evento da Instituição. É claro que não tem palestra nenhuma e tudo é um embrólio para atraí-lo a uma cadeia de eventos misteriosos e simbologia que seguram o leitor até a última página. O que se desenrola nas 10 horas, ou 500 páginas, subsequentes é de tirar o fôlego e não dou 1 ano para anunciarem o projeto do filme, se é que já não existe.
Não sei, mas depois do Código e de Anjos e Demônios (esse último detestei o final aliás) não conseguia ler o livro e não imaginar o Tom Hanks (com aquele cabelinho ridículo que ele usou no Código) correndo pelos monumentos de Washington como o Prof. Langdon – hehehehehe. Valeu a leitura para relaxar, viajar e ficar envolvida na trama. The Lost Symbol um bom passatempo!
The Girl Who Played with Fire
Ok….. repouso comtinua, o que gisnifica: cama… bordados…. TV…. DVD…. livros.
Na categoria livros, acabei de ler The Girl Who Played with Fire, continuação de The Girl With the Dragon Tatoo, ambos de Stieg Larsson. O primeiro volume da trilogia ( o terceiro ainda não foi publicado) chamou-se Os Homens que Não Amavam as Mulheres no Brasil (não me pergunte o que tem a ver com o título original) e é um livro bastante interessante (já escrevi sobre ele aqui), apesar de começar meio devagar.
Bom, visto que tinha gostado muito do primeiro volume estava super entusiasmada para ler a continuação e descobrir o que a dupla insólita Blomkvist e Salander iria aprontar dessa vez. Oh mine… decepção total, apesar de ler lido críticas ótimas em vários jornais.
O livro é ainda mais arrastado que o primeiro e o autor coloca tantas personagens e tantos nomes no meio da trama que as vezes pensei que seria necessário desenvolver uma lista para consulta. Bom, para se ter uma idéia o livro tem 503 páginas e o evento que desencadeará a trama principal não ocorre até lá pela página 180, ou seja, masi de 1/3 do livro é pura enrolação totalmente desnecessária.
Mesmo após o desenrolar do estopim da trama, o autor parece se perder em meio a tantas personagens e resolve fechar a estória apenas nas últimas 30 ou 40 páginas e fica sem explicar muita coisa.
Se vc já leu o primeiro e quer realmente ler o segundo, aqui vai um aviso: vá com calma para não se decepcionar. A única coisa que o livro esclarece é o porquê da Salander ter aquele jeito meio psicótico dela. De resto, eu diria que o autor perdeu a mão.




