Archive for the ‘filmes e outros quetais….’ Category

Coleção comemorativa da Audrey Hepburn

Eu simplesmente ADORO a Audrey Hepburn!!!!!! ADORO!

Considero que ela foi o símbolo máximo da elegância! Além de excelente atriz e exemplo de humanitarismo, numa época em que não era fashion fazer caridade  e as “Angelinas” da vida não existiam.

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Pois então, imaginem a minha surpresa quando ganhei do maridão essas caixa comemorativa lindaaaaaaaa com 7 filmes da Audrey, entre os quais meus três favoritos: Sabrina, Breakfast at Tiffany’s & My Fair Lady, esse último reina absoluto no meu coração de fã…. rsrsrsrsrs. A caixa tem ainda: Funny Face, Roman Holiday, Paris when it Sizzles e War & Peace. Ahhhhh, e uma coleção de fotos couture da diva, todas em belos modelos Givenchy, é claro.

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UP

Se você não assistiu ao filme de animação UP, da Disney/Pixar, assista. Não importa a idade que tenha, assista. 

 

A Disney conseguiu empacotar em um só filme, duas estórias diferentes: uma aventura para crianças e um drama para os adultos. Bom, quando digo drama não pense numa tragédia, mas sim numa estória profunda, com uma mensagem que nos convida a uma reflexão sobre o tempo e sobre a vida. And hey, of course there is a happy ending… it’s a Disney movie people!!!!!!!!!!

 

A estória da vida de Mr. Fredrickson e o desenvolvimento da relação terna de amizade entre ele e o menino e wild-explorer  Russel é uma graça e ao longo do filme Mr Fredrickson vai nos mostrando como o tempo impacta a nossa vida e como é difícil saber envelhecer sem perder os sonhos, mas sim renovando-os.

 

UP é uma ótima pedida! Para toda a família!

 

My life in Ruins

Assistimos a um filme em DVD ontem muito bonitinho. Super leve, comedinha sem compromisso, sabe? My Life in Ruins, com Nia Vardalos (sim, aquela do casamento grego) e’ uma delicia (sorry sem acentos novamente). Tudo bem, nao espere o mesmo ritmo do Casamento Grego, mas da’ para passar o tempo e curtir uma hora e meia de comedia leve, sem grandes ofensas, sem grandes dramas, puro riso e distracao.

Trata-se da estoria de uma professora de historia que muda-se para a Grecia por um emprego lecionando em uma universidade. So’ que ela perde o emprego e acaba sendo guia turistica em uma agencia pra la’ de chule’ e ai’ que tudo comeca. A Guia Georgia e o motorista Procopi, ou Poopi Cacas se preferir, com o grupo de turistas mais irreverente (pior que quem ja’ foi para algum lugar com um tour ira’ se identificar com certeza) nos leva por uma viagem pelos pontos turisticos mais famosos da Grecia e por suas vidas e sonhos.

Os cenarios e paisagens sao lindos e dao vontade de pegar um cruzeiro e ir para la’ agora!

Aqui vai o trailer para quem se interessar:

[youtube:http://www.youtube.com/watch?v=AkRMBRxC_Gk]

É verdade….

 

And the Oscar goes to…..

 

Mais um final de semana que passou voando…. Mal chegou e, holy smokes, já tinha acabado.

 

 

O grande evento do final de semana por essas bandas não foi o Carnaval, mas sim a premiação do Oscar. Só se falou disso na mídia durante todo o final de semana. Que crise? Que guerra? Presidente novo? O negócio é ver o Oscar e falar dos vestidos e jóias da mulherada – rsrsrsrsrs. Sem brinacdeira, o jornal da manhã hoje passou bem uma meia hora no assunto se somarmos todas as entradas…

 

 

As televisões começaram a transmitir o red carpet super cedo e às 5:30pm (PST) começou a premiação, comandada pelo Hugh Jackman, que cantou, dançou, fez piadinhas etc e tal.  Muda-se o apresentador, mas a tônica é a mesma….

 

 

Pela primeira vez na vida tive saco de assitir a cerimônia toda, eu e Mr. PP. E sabe que até achei que esse ano a coisa estava legalzinha? Achei bacana aquela coisa que trazer diversas atrizes e atores que já ganharam o prêmio para apresentar os concorrentes juntos. Ficou simpático. Os números musicais também não foram sacais como são todos os anos e gostei da música indiana que ganhou o prêmio. Achei bonitinha também a homenagem aos musicais, se bem que a turminha High School Musical poderia ser totalmente dispensada.

 

 

Agora o highlight da noite para mim foi a fedelha da Hanna Montana (Mylie Cyrus if I’m not mistaken) dando uma entrevista um pouco antes do início. A garota estava promovendo o filme dela está sendo lançado por aqui e tentando convencer o entrevistador que o filme é muito mais profundo do que os outros acham e ela espera estar concorrendo no ano que vem…. HAHAHAHAHAHAHAHA… cresça e apareça! Que delusional! Será que esse povo não tem vergonha de falar tanta abobrinha em cadeia nacional?!?

 

 

O grande underdog da noite foi Slumdog Millionnaire. Ganhou 8 Oscars, incluindo melhor edição, melhor roteiro, melhor trilha, melhor diretor e melhor filme. Não consegui assistir a maioria dos que estavam concorrendo nas principais categorias, apenas The Curious Case of Benjamin Button. Mas pelo frenezi ao redor do Slumdog, mesmo antes de tantos prêmios, deve valer a pena.

 

Vamos ver, já adicionei esse e mais tantos outros na lista do NetFlix…. Pelo menos assistir ao Oscar serviu para atualizar minha lista da locadora – rsrsrsrsrsrsrsrs.

Maysa

A última metade da semana passou dragging itself….. o escritório só está com coisas chatíssimas para fazer (lê-se pepinos) e o tempo parece não passar durante o dia. Mas daí o dia passa e é hora de ir para casa… aí começa  a parte boa….rsrsrsrs

 

 

Essa semana dediquei-me a assistir pela Maysa pela internet, minissérie da Globo sobre a cantora dos anos 60/70. Uma série muito bem feita, com visual lindíssimo, excelente atores (maioria desconhecidos), figurino de encher os olhos (ahhh o vestido verde que ela usa no show do Estoril!!!!!) e a trilha sonora de primeira.

 

Bom, mas o causo é que comecei a assistir a tal série e não consigo parar. Faltam dois capítulos, os quais pretendo ver hoje. A personagem te envolve de uma maneira que fica impossível não adorá-la e odiá-la ao mesmo tempo. A mulher era basicamente uma tresloucada, maluca de pedra…. mas com conteúdo. Cheia de contradições como tantos de nós, mas não tinha medo de escancarar (até demais, mesmo para tempos mais modernos). Não dá para negar que ela era uma tremenda artista, dona de uma voz maravilhosa, que como li outro dia em um comentário do Estadao, fazia até pedra chorar, mas emocionalmente desequilibrada e bem egocêntrica. E é triste ver uma mulher forte, linda e super talentosa sucumbir durante toda a vida à marvada caninha, só que no caso dela whiskey escocês porque ela era chique bem…

 

Eu não conhecia a cantora. Claro que já havia ouvido falar, mas não conhecia suas músicas (as que conhecia não sabia serem dela). Me apaixonei pelo timbre da voz, pelo drama da música (dor de cotô brava), pela história de vida e maneira com que o filho a conta. Causa uma certa comoção, um misto de raiva e fascinação ver uma pessoa que tinha tanto talento ir do céu ao inferno e fazê-lo sozinha. Acho que o Jaime Monjardim, diretor da série e também filho, exorcisou todos os demônios da juventude alí…. Deve ter valido uns 20 anos de terapia…. Só Freud explica.

 

O botton line é que a série é ótima. Quem não assitiu e tiver oportunidade assista. Vale a pena e depois é quase fatal a gente se pegar cantarolando no chuveiro….. Meu mundo caiuuuuuuuu……