Minha amiga Gil, que inclusive ajudou a botar o Baú no ar, acabou de confirmar que está vindo para cá!

 

Ela chega na véspera do feriado, dia 3 de julho. Como não trabalharemos no dia 3, já combinamos de passar a sexta e o final de semana juntas! Tenho certeza que será divertidíssimo, pois Gilmarete é uma comédia!!!

 

Vais ser ótimo tê-la por aqui nas próximas duas semanas!

Então… o livro entalado desentalou! Finalmente acabei! Eta livrinho chato!!!!!!!!!!!!

 

 

Como eu previa, tudo se resolveu nas últimas 50 páginas, e da maneira mais sem pé nem cabeça. Não vou contar porque vai que alguém queira ser corajoso e ler, né?!?!?

 

Mas fica aqui reiterada a minha declaração: não compre, não leia e se alguém oferecer recuse! In the Woods is a no no.

 

 

 

 

Hoje é sexta-feira! Melhor que isso, só se fosse véspera de feriado e dia de pagamento – rsrsrsrsrs.

 

 

Bom, mas o assunto desse post é totalmente outro e não tem nada a ver com a sexta-feira. O assunto é um livro. Um livro que está entalado, que não flui e qua não consigo terminar.

 

 

Estava eu fuçando na banca de paperbacks outro dia quando achei In the Woods, de Tana French. Primeiro, dei uma lidinha na sinopse: 3 crianças deixam suas casas para brincar num bosque num subúrbio de Dublin nos anos 80. Horas depois nenhuma delas reaparece. A polícia é chamada e só consegue achar uma delas, aterrorizada, grudada ao tronco de uma árvore, com os sapatos encharcados de sangue, em choque e sem conseguir lembrar de nada. Vinte anos depois, o detetive Rob Ryan, o menino encontrado no bosque – que manteve seu passado em segredo – é chamado para investigar o assassinato de uma menina de 12 anos no mesmo bosque. Então, apneas com flashes de memória para guiá-lo, Ryan tem sua última chance para desvendar o caso da menina e o seu próprio passado. Uhhhhh – pensei – mistério… legal. Aí vi que a novela havia ganho prêmios de melhor primeira novela de autor estretante. Me animei… Falei, a estorinha é meio manjada, mas deve ser uma leitura interessante, dessas que prende a gente e não estava a fim de nada muito profundo ou que requeresse muita reflexão, leitura tipo brain vacation.

 

 

MEU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Que livro mais xarope. Tá empacado…… não flui. São páginas e páginas e páginas de divagação e nada acontece. Esse detetive é uma mala sem alça, a polícia de Dublin é formada por um bando de topeiras. Não acontece picoronga nenhuma e olha que estou na página 310 (e o livro tem só 429) o cara não tem uma pista sólida, um suspeitozinho se quer!!!!!!!!!!. Eu acho que a autora se enrolou de tal forma, que perdeu o fio da meada. Ela perde o leitor no meio do livro. Ainda se as divagações fossem construtivas, vá lá, mas não são. São como a gente diz quando não tem o que escrever no preâmbulo do contrato ou na petição: pura encheção de linguiça.

 

 

O problema é que acho que tenho algum tipo de TOC quando estou lendo um livro. Tenho que terminar, tenho que terminar. Não pode pular página, tem que ler tudo. O que geralmente não é problema, mas com esse está difícil…

 

 

O botton-line é: não comprem, não emprestem da biblioteca, não percam o tempo. In the Woods não vale a pena.

Here we are… depois de um longo e tenebroso inverno…. De volta ao Baú. Andei sumida porque faltava inspiração, porque me afoguei em trabalho nas últimas semanas e acabei perdendo o ritmos das coisas.

 

Bom, eu já falei aqui que adoro ler. Estou sempre com um livro na mão (ou na bolsa) e leio de tudo, sem preconceito. Acho que se a gente não experimentar, nunca vai ampliar os horizontes literários, certo?

 

Bom, o causo é que sempre fui um pouco preconceituosa com os audio-books… não sei bem porquê…. Acho que não seria a mesma coisa que pegar um livro de papel, letrinhas impressas, cheiro de livro, ver a estória progredir e o livro afinar, a sensação de saber que se está chegando ao fim e a ansiedade de descobrir o que vai acontecer.

 

Realmente não é…. Mas também tem seu charme.

 

Resolvi experimentar o audio book porque não aguento a falação do rádio de manhã e enfrentar o trânsito da tarde na 405 sem nada que prenda minha atenção. Comprei um bem baratinho no Costco, pois não sabia se ía ou não gostar da mídia. Trata-se de uma novelinha policial meio cosi-cosi, mas divertida, chamada Phanton Prey, de John Sandford. 

 

Gente! Quando dei por mim estava ligadíssima na estória, prestando uma super atenção e nem me dei conta que já estava com o carro estacionado no escritório! Gostei muito. A gente vai montando um filminho na cabeça. É um pouco diferente do livro impresso. Acho que o fato de ter a voz de um narrador definido tira um pouco a liberdade imaginativa, mas gostei bastante sim.

 

Vou virar freguesa da prateleira de audio books do Costco!!!!

OK…. Já faz uma semana que o feriado passou, aliás eu acho o Memorial Day um feriado muito triste, mas prometi para a brasucada ciclista que colocava a cobertura foto-jornalística do grande evento do final de semana no Baú e a promessa será cumprida.

Final de semana passado, mais especificamente no sábado, decidimos, Vania-Ricardo, Marcela-Thales, PP e eu, fazer umpasseio de bike de Irvine até o Balboa Pier em Newport Beach. Ída e volta: 30 e poucas milhas (48 quilômetros para quem , como eu, pensa em sistema métrico).

Quando a idéia foi lançada, confesso que não me animei muito… só pensava no quanto minhas pernocas íam doer – rsrsrsrs. Mas a coisa foi amadurecendo na minha cabeça e me convenci a não ser estraga prazeres e fui com a tchurma!

Foi o máximo! Dia lindo, sol a pino, temperatura agradável, passeio super legal, ritmo bom, boa companhia! Me senti realizada por ter feito minha primeira pedalada de longa distância e ter encarado tudo numa nice, sem grandes sacrifícios e sem ficar nem um pouco dolorida depois. O treinamento de bike e Body Pump está mesmo surtindo efeitos…

Aqui vai um resuminho e fotos do passeio:

Marcela, eu e Vania

9:30 / 10:30 – encontro na casa da Vania e do Ricardo, também aqui em Irvine. Brincar um pouquinho com a Saphira e a Crystal (as “filhinhas” deles – uma border e uma agolden lindas e educadíssimas!), passar uma boa camada de protetor solar (que não adiantou muito e fiquei igual a um camarão – rsrsrsrs), alongar, ajeitar as magrelas e partida.

A partir da direita: Thales, Ricardo, Marcela, PP, eu e Vania

A partir da direita: Thales, Ricardo, Marcela, PP, eu e Vania

Nossa rota:

Jefrey Road, cruzar a 405 sentido praia, University park trail. Aqui nessa trilha tivemos o primeito episódio comédia do passeio. Eu não sei se já mencionei mas tenho verdadeira fobia de cobras. É irracional. Não gosto nem de foto…. O PP já tinha mencionado ter visto cobra nessa trilha, que é bem selvagem por sinal, e eu já estava apreensiva, principalmente depois que comecei a ver uma série de cartazes dos Rangers colados em quadros de aviso espalhados ao longo da trilha com os seguintes dizeres: watch out for the rattlesnakes (cuidado com as cascavéis). O pânico estava querendo se manifestar, mas eu fiquei firme. Estamos todos pedalando e conversando, mantendo o ritmo e apreciando a paisagem: olha que borboleta linda ! Nossa olha um coelho! Olha outro coelhinho! Ah, como a natureza é bela. De repente, sai do meio do mato um coelhinho micro, pulando desesperado e quase atropela as bikes e eu só escuto um dos meninos: Olha a cobra, que legal! LEGAL?????? Eu não quis nem saber se a bendita estava ou não lá, Nunca pedalei tão rápido na minha vida. Quando eu ví já estava fora da trilha e o PP atrás de mim. .Não sabia se ria ou chorava….

Depois de atravessar o University Park (parque da UCI), seguimos para a trilha da San Joaquim Bay, que é muito bonita e os peixes simplesmente pulam na represa, parece um criadouro de peixes, bom não deixa de ser, pois é uma reserva e a pesca é proibida – pausa para um gelzinho de carbohidrato porque as ladeiras até lá são fortes e as pernocas estavam cansadas. Nisso já tinham ído umas 8 milhas, metade do caminho praticamente.

San Joaquim Bay

San Joaquim Bay

Mais algumas avenidas e chegamos na PCH. Desce a PCH, todos olhando admirados quelas casas lindas de Newport e secretamente pensando (pensamento compartilhado durante o almoço): PUTZ, ESSA DESCIDA É MONSTRA – E VOU TER QUE SUBIR TUDO ISSO NA VOLTA….

PP e sua bike (essa de passear, porque ele é chique bem!)

PP e sua bike (essa de passear, porque ele é chique bem!)

Ta-daahhhhhhh! Chegamos na praia! Comemoração, conseguimos completar a primeira etapa! Dia lindo!!!!!!!!!!!!!!!! Fomos do pier de Newport Beach para o pier de Balboa pela praia mesmo.

Chegada em Newport Beach

Chegada em Newport Beach

Pausa para o descanso e um almoço básico no Ruby’s original, uma cadeia de lanchonete daqui inspirada nos anos 60, que tem um hamburger bem gostoso. A primeira loja deles foi no pier de Balboa.

Pier de Balboa Beach

Pier de Balboa Beach

Depois dos lanches, milk shake (totalmente guilt free, depois de tanto exercício) e muita risada, pegar as bikes e seguir de volta!

Marcela e Thales escondidos atrás da Banana-Split do Ruby's

Marcela e Thales escondidos atrás da Banana-Split do Ruby

Estava indo tudo super bem, até ter um pneu da minha bike furado na saída da trilha da San Joaquin Bay, faltando apenas umas 6 milhas até em casa. Tudo bem, porque eu estava preparada: levei Mt PP -J - que botou a mão na massa e trocou a câmara em 2 tempos.

Arrumando o pneu furado

Seguimos de volta para casa do Ricardo e da Vania e encerramos a pedalada que durou das 10:30 até 4:00 da tarde (de pedalada mesmo foram umas 3 horas apenas). Foi um dia muito gostoso! Planejamos repetir a aventura breve!

Ahhhh…. Não pensem que Mr PP e eu não fizemos mais nada no final de semana. Domingão depois de faxinar a casa, pedalamos mais 13 milhas! Esse negócio vicia…..

Hoje recebi uma notícia muito boa, sobre duas pessoas muito importantes para mim. É o que digo: quando duas mãos estendem-se em direção uma à outra, elas encontram-se no meio do caminho. Sozinho, chega-se somente até a um determinado ponto.

Mãos Entrelaçadas - Candido Portinare

Bom, como já falei antes parte do meu quest pela boa saúde consiste em tentar criar o hábito de aceitar as atividades físicas como parte do meu dia-dia (e às vezes isso é bem difícil – rsrs). A bicicleta tem sido a maior delas.

 

 

Diante do meu entusiasmo pela magrela, Mr PP, ciclista experiente, me deu de presente um par de sapatilhas de ciclismo. Aquelas com aquele click-click na sola que vc encaixa no pedal da bike e te permite não só empurrar o pedal, mas sim puxá-lo também (gostaram da explicação científica?). Gente! Não é que o negócio faz uma MEGA diferença mesmo?!?!

 

 

Eu estava morrendo de medo de não conseguir encaixar o tal sapato no pedal e pior de não conseguir desencaixar para colocar o pé no chão na hora de parar a bike, mas o bichinho é fácil de usar mesmo e dá um super resultado. A pedalada rende mais, pois, como eu disse, o movimento da perna não é só o de empurrar o pedal, mas sim puxar o pedal para cima, o que ajuda muito principalmente nas subidas e permite utilizar melhor as marchas da bike. Tudo bem, que minhas pobres coxas estão acabadas, pois vc é forçado a fazer o movimento correto de pernas, mas isso é detalhe…..

 

 

Mas o mais engraçado do momento bike rider de ontem fui eu andando na road bike do PP. O PP falou se eu não queria testar a bike, que é super-ultra-mega leve por ser inteira de fibra de carbono. É claro que eu metidona topei, né!!! Eu não alcanço o freio porque a bicicleta é muito grande para mim (para quem não sabe o guidão da road é completamente diferente, assim como a posição de pedalada, o ciclista fica praticamente debruçado sobre o cano da bicicleta), então como não conseguia brecar tive pedir para que o PP parasse a bike para mim….. Ele se enfiou na frente da bike e realmente conseguiu pará-la, só que minha sapatilha não desencaixou do pedal e quase que eu fui beijar o chão. Foi uma comédia!

 

 

Eu hein, essa coisa de ser esportista é muito perigosa…..   ;-)

Isso aqui parece aqueles cadernos de pergunta que a gente tinha quando era adolecente - rsrsrsrs…

Minha good budy Gil pediu para eu responder, como foi ela quem pediu, eu respondo. Mas só porque foi ela e porque tô topando tudo para tentar melhorar o mal humor hoje…..

 

Onde está seu celular? Dentro da minha bolsa…
E o amado? No escritório “trabaiando”
Cor do cabelo? Chocolate

Sua mãe? Na casa dela, acho
Seu pai? Também, acho. A não ser que eles tenham saído
Seus irmãos? Meu irmão tá trabalhando, acabei de falar come le pelo MSN.
Seu filho? eu não tenho ainda
O que mais gosta de fazer? Ficar com quem amo, trabalhos manuais e ler…
O que você sonhou na noite passada? Vixi, não sou boa pra lembrar de sonho.
Onde você está? No escritório, no meu horário de almoço.
Onde você gostaria de estar agora? Na minha casa.
Onde você gostaria de estar daqui a seis anos? Ah, quero estar com meu marido, numa casa nossa de verdade aqui!
Onde você estava há seis anos? Hum… acho que trabalhando, mas lá no BR.

Onde você estava na noite passada? Em casa. Que isso? Interrogatório policial, Gil?!?
O que você não é? Maldosa.
O que você é? Decidida.
Objeto do desejo?
Uma casa com um bay window e que tenha um sofá com vista para um jardim.
O que vai comprar hoje? Hoje, nada!
Qual sua última compra? Uma camiseta azul de ginástica na TJ Max ontem.
A última coisa que você fez? Revisei um contrato muito chato para o escritório do Brasil.
O que você está usando? Calça jeans, uma blusa marrom, uma camisa laranja e scarpin laranja de croco (tô fashion hoje!)

O que está passando na TV? Não tenho a minima idéia.
Seu cachorro? não tenho mais, mas o Frefre tá bem lá em SP…
Seu computador? Um MAC
Seu humor? Não tá dos melhores hojes…
Com saudades de alguém? Sim! Da minha família e alguns amigos do BR!
Seu carro? um Mini Cooper azul calcinha, como diz o P - rsrsrsrs
Perfume que está usando? Black Orchid
Última coisa que comeu? Tilápia assada e brócolis cozidos no vapor
Fome de quê? Um bombom de cereja!
Preguiça de? hum… isso aqui tá dando uma leseira…..
Próxima coisa que pretende comprar?
Nao sei…
Seu verão?
Vai ser por aqui mesmo! Curtir o maridão e a casa!
Ama alguém? sim… muito!
Quando foi a última vez que deu uma gargalhada? ontem…
Quando chorou pela última vez? Ontem, quando derrubei a tábua de carne no dedo do pé… doeu pra burro!

Bom, como já estamos na terceira, o melhor a fazer é aproveitar, né?

 

 

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